Sérgio Tente

Pesca aos Sargos

Agradecimento

Pesca aos Sargos, Robalos e Douradas

Francisco Santos

Pesca com Sardinha

Douradas

Pesca à boia ás Douradas

Achigãs

Pesca de margem aos predadores de águas interiores

Pesca ao sargo - E voltou a falhar...e porquê!?

Depois de finalmente terem aparecido uns sargos já dignos desse nome mais uma vez e como no resto deste ano depressa se cançaram e tudo voltou ao normal.
Depois do relato dos ultimos sargos grandes realizei mais 3 jornadas no mesmo pesqueiro mas com condições bastante diferentes. Num dia apanhei a água muito acastanhada, noutro águas lindas mas um vento muito forte no limite do impescável que nunca deixou trabalhar a pesca no local onde possivelmente poderia desentocar um peixe com o isco e noutro dia mar com águas abertas onde se via o fundo por todo o lado. Muito provavelmente por não ter encontrado condições idênticas acabei por não ter conseguido os resultados pretendidos.
Mas nestas coisas da pesca à bóia tem que haver sempre um plano B e se necessário um plano C, D por aí em diante. Na primeira das jornadas que aqui relato falo do dia seguinte ao das capturas dos sargos grandes. Neste dia mares na casa dos 3 metros e ventos de SW de 35km/h com rajada  de 45km/h. De facto o mar estava muito mexidão, com uma oxigenação perfeita, azulão com tudo para meter uns sargos grandes a grande questão é que o canal onde realizei as capturas anteriores fica afastado cerca de 30 metros  e com o vento que estava nem com muito boa vontade lá conseguia meter o pião e mesmo quando caia na zona vinha "de mota" para a margem. Como já sabia que seria assim ou pelo menos parecido levei um bom engodo e tentei encostar o peixe. Díficil pois o pesqueiro tem uma maneira de "correr" manhosa e o engodo anda às voltas acabando sempre por escoar pelos canais fundos (o que é o normal) mas isso afastava o engodo demasiado da zona onde poderia andar peixe e desta forma ainda acabaria por estragar mais o dia tirando o peixe de um local inacessível para outro igual ou pior já que o mais provável era se o sargo entrasse ao engodo iria para fora atrás e aí nada a fazer. Acabei por engrossar muito o engodo, engodar a seco e tentar apanhar os peixes que ali entrassem alvorando o isco numa zona com muito pouca profundidade e no limiar da rebentação. Por incrível que pareça com um mar forte e com "cara" de peixe grande só me entravam sargotes de palmo e menos mas a certa altura cada lançamento pendurava imediatamente um. Mudar de anzol, iscadas maiores e o resultado era o mesmo. Acabei por apostar num buraco fundo a pescar com batente pesado e só desta forma consegui meia duzia de sargos na casa das 500g estes sim já aproveitados.
Na segunda jornada na companhia do Nuno e do Antonio Julio escolhemos na mesma zona 3 pesqueiros diferentes. Eu voltei à base e como as águas estavam barrentas confesso que perdi logo a moral. Primeiro pesqueiro deu-me 3 capturas de rajada de sargos bonitos mas com a "ganga" do mar tive que abandonar o local não fosse alguma massa de água varrer-me. Não faltou muito pois passados alguns minutos se de lá não tenho saído não sei muito bem....Neste dia o mar estava a crescer de 2.4 para 4 metros e apesar de não ter chegado a crescer tanto ganhou uma força muito considerável. Céu tapado e pouco vento neste acabaram por não fazer a diferença já que as águas escuras até pediam um bocadinho de sol para ajudar. Já no pesqueiro do Nuno mais 2 sargos e a confirmação de que as "tábuas" já por ali não andavam. Muitas vezes consegui passar i isco pelos canais onde tinha realizado boas capturas e se não estavam secos parecia.
Na ultima jornada neste local quis fazer a experiência de mesmo com mar mais parado e águas abertas tentar ver se os buracos lá tinham alguma coisa ou se afinal era mesmo só peixe de corso e se era ou não residente ali. Recordo que alguns dos sargos maiores neste local eram negros e não "salpicados" (sargo de arribação). Foi mais um dia de fiasco com muita captura de peixe pequeno e nos canais só uma safia de 700g e um sargo de 600g de resto uma mão cheia de sarguetas pequenas como é obvio devolvidas. Neste dia mar na casa de 1.6m com ausência de vento. Céu aberto e águas lusas....tudo de mau para pescar ao sargo ;) mas só experimentando e tirando conclusões é que se vai consolidando o saber. Quem pensa que já sabe tudo está no mau caminho e eu sinto que ainda tenho muito mas muito para aprender com o mar.
Até ao lavar dos cestos há vindima e eu até final do ano ainda quero fazer uma teca "daquelas".

Nestas jornadas nem tive muita vontade de tirar fotos mas as poucas que tirei com o telemovel partilho aqui convosco.


O pião em acção num dia negro mas de águas lindas...faltou o peixe grande

 
 
Lá foram saindo uns sargotes (poucos) deste lote, 6 todos irmãos

 
Escostado estava bem bonito mas as sarguetas monopolizavam completamente o local

 
Simplesmente lindos (até custa a acreditar que exista quem não devolve estas maravilhas). Foram mais de 30 deste lote que com todo o cuidado voltaram ao seu habitat para mais tarde me darem alegrias

 
Com mares destes não é fácil encostar peixe grande. Quem sabe com isco vivo teria sido diferente.....

 
A unica pesca que mereceu foto com um sargo de 900g e os outros de 500/600g


Melhores diram virão...quando é que não se sabe.

Cumprimentos
Sérgio Tente

Pesca noturna aos Sargos com Robalos

Boas amigos
Numa destas noites entre algum frio, chuva e vento com os mares grandes e alterados, eu e o Nuno decidimos tentar uma pesca para desanuviar e contrariar todas as condições climáticas.
Com luar encoberto pela grande quantidade de nuvens e o mar com ondulação grande e incerta era o cenário que tínhamos pela frente.
Para o engodo apenas Sardinha moída e areia fina para tornar mais pesado e pastoso para aguentar mais tempo no pesqueiro.
Iscámos com Sardinha em lombo com e sem pele, e com nacos bem generosos, para o caso dos peixes não estarem virados para a Sardinha levámos também Gamba congelada.
O resultado não foi excepcional mas deu alguns Sargos a rondar as 700grs e 2 Robalotes para o Nuno.




Materiais utilizados:
Canas Tica Taurus 6mts
Carretos Shimano Twinpower 6000 e Shimano Spheros 8000PG

Abraço
Pedro Batalha


Robalos e bailas - Mais uma sessão de spining ligeiro

Aproveitando mais um amanhecer tranquilo, de mar calmo e sem vento aproveitei para uma spinadela utlilizando mais uma vez materiais suaves e leves. Pequenas minows e vinis foram os escolhidos. Num tipo de pesca muito parecido com a pesca ao achigã lá vão aparecendo alguns resultados interessantes e o nascer do dia mais uma vez demosnstrou ser quase infalível. Bastantes capturas, muitas delas pequenas e devolvidas e outras já interessantes mas mais uma vez com ausência de um "daqueles". De qualquer forma deu para "matar o vício".

Uns robalotes bonitos e algumas bailas



Cana prosargus tsunami (achigã) de 1.80m e carreto shimano rarenium 4000, vinil com cabeçote 9gr


Cumprimentos
Sérgio Tente

Aos Barbos e Luciopercas


Boas amigalhaços.
Mais uma incursão à procura dos grandes Barbos e das lindas e gostosas Luciopercas.
Saiu de tudo...um dia muito porreiro e com as condições favoráveis para as Luciopercas. 
O dia coberto com nuvens e algumas aberturas, chuva durante a hora central e vento no final da tarde com a água meio turva e com a temperatura sempre a rondar os 21ºC.
As amostras mais produtivas, foram os Cranks a imitar os alburnos, o prato predileto dos gr.Barbos


O resultado, foi que o peixe estava com uma atividade (media alta).
No total do dia capturei 8 peixes, quatro da parte da manhã, (3 Barbos e 1 Lucioperca) e mais quatro de tarde, (2 Barbos e 2 Luciopercas).
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Como não podia deixar de ser, a maior parte dos Barbos foram libertados com vida, digo a maior parte porque dois deles serviram logo para o nosso almoço
As luciopercas vieram com o pessoal para fazer o gosto ao tacho.
Espero que gostem das fotos.
Um gr.abraço.
Valter Cabral

Pesca ao sargo - Finalmente bom peixe

Como já tinha dito a muita rapaziada com quem tenho falado a ausência de temporais, mares brutos e "a partir" era mais um dos fatores que tem andado a fazer o peixe grande não aparecer com regularidade. Como houve muita fartura de alimento este ano nomeadamente de pilado muito do peixe anda afastado da costa. É obvio que também estamos a falar de um ano atípico tal qual o ano passado em que o peixe andava por todo o lado com todas e qualquer condições de mar. Este ano provavelmente não aquecerá muito em termos de capturas de qualquer forma acho que até final do ano quem estiver com vontade de enfrentar dias duros ainda poderá ter algumas boas surpresas.
Escolhi um dia de viragem de tempo com mar na casa dos 3 metros e maré de amplitude grande (3.70 m.c.) e fui à procura deles. Claro que sozinho é sempre mais chato ir à pesca mas por outro lado é mais fácil inventar e seguir a nossa crença. As condições que encontrei eram um misto de águas lindas, azulonas oxigenadas mas com sets de vagas muito grandes que tornavama a pesca à bóia quase impossível. O mar rebentadão fez-me acreditar que num local já há muito pensado com estas condições seria um bom dia para tira-teimas.
Falésia descida, montagem preparada e nos primeiros 10 lançamentos meia duzia de capturas de sargos palmeiros.."Mau mas nem com um mar destes aparece um peixe maior", foi logo este o meu pensamento. Desmoralizei um pouco confesso mas depressa me passou. No mesmo local das capturas anteriores um toque de bóia ao fundo, ferragem e pelo facto de os peixes anteriores serem pequenos tinha o carreto travado, arranca um peixe grande que na escoa forte nem tempo me deu para reagir, animou pois claro e na presença de bons exemplares iscadas a condizer. Volto a ferrar outro sargo grande numa zona de caneiro fundo mas desta vez depois de alguma luta não o consigo fazer passar por cima de um lajão e numa vaga grande parte. Começo a pensar que afinal poderá ainda tornar-se numa boa jornada de pesca mas as coisas estão um bocado embruxadas. Falta treino com os peixes grandes pensei eu cá para mim. Mudo o estralho, aumento o seu tamanho e dou mais liberdade ao isco calibrando de forma a que o sargo velho possa comer mais tranquilamente sem desconfiar. Tenho a sorte de no lançamento seguinte de imediato passar o isco dentro do caneiro que não tem mais de 1 metros de largura e voltar a conseguir ferrar um bom sargo que nas calmas deixei passear e fazer quase tudo o que lhe apeteceu, depois foi metê-lo a seco e içar aquele que foi o maior do dia com 1.400g. Resumiu-se o resto da jornada a esta metodologia e foram aparecendo alguns bons exemplares com algumas sarguetas pelo meio que mesmo com iscadas enormes de vez em quanso lá se penduravam no anzol. Foram 8 os sargos que partiram ou desferraram salientando um desses exemplares que tive aos pés depois de uma luta fantástica e de o ter passado por um local quase impossível acabou com encovar quando já me preparava para o içar.....já rendido à tona de água estou convencido ser um exemplar na casa do 1.700g, negro que no ultimo folego acabou por ser um vencedor justo. Devolvi cerca de 15 sargos palmotes e quanto aos que guardei 8 sargos e 1 safia totalizaram 7kg o que para os dias que correm não foi nada mas mesmo nada mau. Bendito mar grande que tanta falta fazia.
Foi a estreia da Tica Taurus FLX 6m a içar peixe grande e com sempre "aquela cana de sonho". A vara é igual ao modelo anterior mas com acabamentos de mais qualidade. Mais do mesmo...mantem-se a qualidade e o pescador agradece.

Aqui fica a foto dos 2 maiores exemplares (1.4kg e 1.3kg)
 


O Total desta jornada (9 peixes, 7kg)
 


Cumprimentos
Sérgio Tente
 
 

Por fim alguns Sargos

Boas amigos
Como tem sido hábito este ano, e como diz o velho ditado "o que parece nem sempre é" e assim foi mais uma vez.
Com umas condições de mar fabulosas com a águas azuis  e bem oxigenadas, e o mar sem muitas quebras entre ondas.
Muito pouco peixe dava sinal e os que apareciam eram de lote pequeno e maioritariamente para devolver.





A pesca foi feita com Gamba congelada.
Material utilizado:
Cana Barros Força 4
Carreto: Daiwa BG60
Anzois: Hayabusa nº4
Fios: Multi Banax no carreto e Fluocarbonos Máxima

Abraço
Pedro Batalha

Pesca ao sargo em dia de chuva

Como é sabido por todos este ano teima em não ser um ano de grandes pescarias ao sargo. Aqui ou ali lá vai aparecendo uma boa pesca mas regra geral está fraco. Aparece peixe mas na maioria pequeno e assim como aparece desaparece.
De qualquer forma ir ao mar fazer uns lançamentos é sempre motivo de satisfação quer haja ou não peixe.
Na companhia do Nuno e do António Julio lá se fez mais uma manha de pesca à bóia ao sargo. Marés cedo e mar com boas condições ainda nos fizeram acreditar que seria um belo dia para uma sargalhada como deve de ser, mais uma vez nada mais errado. Apareceram uns sargos é verdade e deu para aproveitar alguns mas nada de especial. Também bastante peixe juvenil devolvido e a "dizimar" tudo quanto é isco.
Valeu pela manhã que foi bem molhada e para ser sincero já tinha saudades de uma boa chuvada para refrescar a alma.

Aqui fica a foto das nossas capturas


Cumprimentos
Sérgio Tente

Robalos e bailas - Jornada de spining ligeiro

Nem só de sargalhadas e achigãs vive a rapaziada do pescatugateam. Quando nos dá na cabeça também alinhamos numa spinadela apesar de não ser muito regularmente.
Quem vive longe do mar tem que se sugeitar à sorte neste tipo de pesca pois só com a observação do mar e do peixe é que se consegue ir pela certa.
Nestes dias quentes optámos por fazer algumas incursões e aproveitando mares calmos, ausência de vento e noites bem amenas lá se passaram umas noitadas bem porreiras e com algum peixe.
A noite que vos relato aqui hoje deu bastante ação com muitos ataques, muito peixe a desferrar, muitas capturas e até algumas capturas engraçadas (mas nada de especial).
Utilizando várias técnicas ligeiras com uso de minows de pouca gramagem e vários vinis consegui nesta noite perto de 30 capturas mas a maioria de robalotes pequenos que obviamente devolvi. Utilizar estas tecnicas no spining acaba por se parecer com a pesca ao achigã e faz da mesma bastante interessante.

Aqui fica a foto das capturas



Cumprimentos
Sérgio Tente

Pescatugateam family - Corunha 2012

Como já assumimos antes as idas à Galiza entraram definitivamente no nosso calendário de atividades pescatórias anuais. As idas à Galiza são muito mais do que simples jornadas em que se pretende apanhar peixe são acima de tudo momentos em que o nosso grupo de Amigos concretiza aquilo que é a verdadeira essência da amizade. Até agora todas as jornadas que fizemos a terras galegas tem sido inesquecíveis e cada uma delas cheia de histórias e boas recordações.
Para além de ser um magnífico destino de pesca a Galiza é sem dúvida um paraíso de beleza.
Esta ida à Corunha já à muito que andava a ser falada por nós e desta vez reservámos uma surpresa às nossas esposas/namoradas que se juntaram a nós nesta digressão.
Infelizmente ainda não conseguimos juntar todo o pescatugateam numa destas digressões e desta vez acabou por acontecer de novo com o Francisco a não conseguir disponibilidade para ir connoco.
Arrancámos por aí a cima nas calmas direito à Corunha e passádos 600km lá estávamos nós. Desta vez ficaram de parte as pensões só para desenrascar e claro que foram criadas condições para que se ficasse bem instalado. Escolhemos um Hotel bem pertinho do mar e em dois dias houve tempo para tudo. Podemos conhecer a bela cidade da Corunha, surpreendente com os seus grandes espaços verdes junto ao mar onde em km´s de extensão não se via absolutamente lixo nenhum. Imensa gente a usufruir dos espaços à beira mar fazendo jogging, passeando e alguns pescando. Ficámos maravilhados com a envolvência e beleza com que nos deparámos.
No primeiro dia depois de tudo preparado, uma almoçarada e algum passeio o sangue já fervia de ver tanto mar e tanto bom aspeto para pescar. Arrancou o Tugateam para fazer 3 ou 4 horitas de pesca para matar o vicio e ficar a conhecer as potencialidades do local. Em conversa com alguns locais a ideia não era a melhor "não está cá peixe" e até a malta da caça submarina se queixava que não se viam sargos em lado nenhum. Demos umas voltas e logo ficou na retina uma zona aparentemente baixa mas com alguns canais e furnas que prometia. Mais umas voltas dadas e acabámos por lá ir bater. Descida tranquila até ao pesqueiro e dividimo-nos por diferentes locais. O Pedro logo aos 1ºs lançamentos a perder e a realizar capturas, eu e o Bernardo ficámos mais recuados e tivémos que esperar a entrada da água e logo se começaram a sentir uns peixes, o Kiko optou por um local de maior profundidade e teve mais dificuldade em sentir peixe enquanto o Nuno fugiu para outras paragens mas a falta de engodo não lhe facilitou a vida com o peixe a não encostar. Com a subida da maré entraram alguns peixes de bom tamanho mas nada de especial até porque o mar não estava muito mexido e a profundidade deixava abrir muito a água. Os peixes acabaram por entrar no engodo mas pausadamente com alguns periodos longos sem se sentir toques. Foi um final de tarde bem agradável de pesca e agora estava na hora de voltar até ao Hotel e jantar com as nossas mais que tudo. Seguiu-se o sonhado sono já que estávamos todos com uma direta em cima vindos de um dia de trabalho, horas de condução e ainda um dia de pesca....
No dia seguinte fui o unico corajoso para ir à pesca ao amanhecer. A rapaziada ficou a descansar e eu nas calmas lá fui a pé bater uma quantidade de locais que achei prometedores. Sem engodo e "à caça" palmilhei uma quantidade de km´s e nem um sargo, só dava com bodiões. Mesmo assim em boa hora me levantei pois pude mais uma vez usufruir da beleza que o local proporcionava.
Arrumámos as coisas e arrancámos até Ferrol onde almoçámos e também aqui podémos disfrutar de paisagens maravilhosas. Ainda pensámos fazer mais uns lançamentos no Cabo Priorinho mas não valia a pena pois o mar era uma autêntica piscina e não valia a pena perder tempo. Deu para visitar mais alguns locais fantásticos e em clima de familia passámos um fim de semana memorável que marcou todos os que estiveram presentes. Em Outubro se tudo correr bem lá estaremos, não sabemos bem onde mas será mais uma vez num local novo.

Até breve Galiza.

Aspeto maravilhoso


A imponente Torre de Hercules


Por trás do Hotel


Também por trás do Hotel


Uma frente a prometer


O pesqueiro escolhido pelo Pedro Batalha


Bonitos sargos do Pedro


Sargos Galegos (Pedro)


A pesca do Nuno


Bonitos e gordos


Apesar da pouca qualidade da foto do telemóvel aqui fica a minha pesca, negros galegos de bom lote


Estavam bem gordos


O Bernardo também fez o gosto ao dedo


No segundo dia estava assim, piscina autêntica


O Pescatugateam


 Em Ferrol Pescatugatem Family & Friends


Muito obrigado a todos pelo excelente fim de semana. às nossas esposas e namoradas obrigado por terem dado a este fim-de.semana um significado ainda mais especial.

Cumprimentos

Pesca Barbos kayakfishing

Boas amigos
Aqui vos deixo mais algumas das capturas de belos exemplares de Barbos em Kayak pelo Valter.
As técnicas utilizadas para esta modalidade podem ser visualizadas no artigo neste link:





Abraço

Achigãs nas férias

Com a chegada do verão chegam geralmente as férias, e mais alguma disponibilidade para investir em novas barragens e locais propícios a boas capturas.
Este ano não foi exceção, pena é ver as barragens com o nível de água muito baixo, com algumas das que visitei a secarem se a seca se mantiver.
Quase todas as capturas foram feitas sobre o romper do dia e primeiras horas da manhã e geralmente com poppers Damiki.


Neste caso ao segundo lançamento e ao segundo toque de ponteira, o peixe fez um pequeno ataque de sucção.


Este andei 3 dias dias de volta dele, o Achigã estava num baixio a atacar pequenas Percas e Achigãs.
Todos os dias o ferrei e todos os dias se desferrava, durante 4 dias consegui que atacasse Cranks Salmo, Wollys, e brush Hogs, por fim consegui captura-lo com um vinil da Storm.

Fica também um pequeno clip com algumas destas capturas e devoluções.

Abraço
Pedro Batalha





Nuno Costa com Sargos e Robalo


Esta é uma pesca do nosso colega Nuno Costa, que numa saída aos Sargos também foi afortunado com 1 Robalo de 4kgs.
Numa pesca idêntica á do artigo anterior, a iscar com Sardinha aos Robalos, mas com a diferença aos Sargos que foram capturados com Gamba congelada já pela manhã.
Aqui fica o registo das suas capturas.

Abraço

Pesca com Sardinha aos Robalos e Sargos

Boas amigos,
Esta é outra das pescas já com algum tempo que partilho convosco.
Com a escassez de Sardinha que se tem sentido nestes últimos meses, o seu alto preço torna a num engodo e isco de preços quase proibitivos.
Assim sendo não resta outra hipótese senão comprar congelada para estes fins.
Não sendo eu adepto de Sardinha em Salmoura prefiro apenas juntar um pouco de areia para    que afunde melhor.
A Sardinha congelada flutua mais dispersando-se assim com mais fluência do pesqueiro.
Ver as Gaivotas picarem as partículas de Sardinha em suspensão é um factor que se deve ter de imediato em atenção para saber para onde vão as correntes levando o nosso engodo.
Há ocasiões que até nos proporciona
 vários tipos de pesca, como pode ser o caso de pescar alvorado nas escoas ou mais fundo a longa distancia ou por cima de cabeços, procurando a entrada dos peixes no pesqueiro.
Ver e sentir as picadas podem nos dar a entender que tipo de peixe está a entrar, evitando assim as Bogas, Cavalas e as Salemas.
Numa jornada nocturna como esta, as situações acima referidas deixam de ter tanta importância pelo facto da falta de visibilidade, e entrada de outras especies mais nocturnas como os Carapaus.
No caso das Sardinhas para isca, escolho as maiores e mais gordas polvilhando com umas pitadas de sal para enrijar um pouco.
Antes de iniciar a pesca engodo sempre com umas 6/7 colheres, enquanto preparo o material.
Inicialmente pesco no local da engodagem, deixando depois a boia seguir rumo com a corrente.
Neste caso assim que iniciei a pesca, os Sargos deram de imediato sinal, falhando algumas picadas devidas ao anzol ser um 3/0.
Tal como numa pesca aqui mencionada noutro artigo, a mudança de anzol para um nº mais pequeno ( nº1 ) trouxe as capturas de Sargos de bom porte, alguns quase de kg.
Passado talvez uns 30min. do inicio da pesca e depois de ter já meia duzia de Sargos, por fim o motivo pelo qual me tirou umas horas de sono deu sinal...
Um forte arranque pelo fundo a levar uns bons mts de linha, com cabeçadas fortes a aproveitar a força de uma escoa e a subir mostrando o seu bom porte.

Um Robalo com quase 4kg, 3,930kg para ser mais preciso.
Depois foi continuar até ao raiar do dia com capturas de Sargos e alguns cachaços devolvidos.
O resultado foram 10kgs de Sargos e um belo Robalo de 4kg, para mais tarde recordar.

Abraço
Pedro Batalha




Filme Pescar e Devolver Achigãs por Sérgio Tente

Já à alguem tempo que andava para pegar em alguns dos muitos videos que tenho gravados a devolver achigãs e fazer uma compilação para postar aqui no blog e desta vez concretizei mesmo. Peguei em alguns ao calhas, sem ordem específica e muitos ainda ficaram por editar mas em breve postarei uma segunda parte.
Quando faço relatos de pesca ao achigã friso sempre que devolvo os achigãs depois de fotografados e são esses momentos que pretendo aqui partilhar convosco.
Aprendi ao longo dos tempos a respeitar esta espécie carismática que tantos momentos de prazer me tem proporcionado. Assim como eu todo o Pescatugateam age desta forma e assim continuará a agir.
Maior prazer do que capturar um achigã é oxigená-lo e depois vê-lo partir magestoso ao seu reino de sempre.
Claro que não se pretende passar uma mensagem de fundamentalismo nem criticar tudo e todos porque não devolvem esta espécie mas sim alertar para que se pesque com responsabilidade, com bom senso já que se assim fosse seria maravilhoso e nas nossas águas interiores teriamos verdadeiros paraísos em vez de cada vez mais desertos aquáticos.
Espero que gostem deste apanhado de momentos feito para dedicar a todos aqueles que pescam e respeitam esta espécie contribuindo para que o futuro da mesma continue garantido. É uma montagem simples e bastante básica mas espero que gostem pois acho que a mensagem que pretendo passar está lá toda.
Devolver uma achigã é uma atitude nobre e acreditem não custa nada, aliás dá um prazer indescritível!

Cumprimentos
Sérgio Tente