Com a diferente disponibilidade dos membros do “team”, é habitual formarmos grupos diferentes quando se trata de ir desfrutar desse grande momento que é uma jornada de pesca. Desta feita, calhou-me a honra e o prazer de contar com a companhia do Kiko, um grande amigo
já anterior ao “recente” grupo pescatuga, e que, chegou a fazer parte de outro grande grupo de amigos da pesca do qual faziam parte os pais de alguns de nós!
Consultando a previsão para esta jornada, sabíamos que seria provavelmente das últimas do ano com condições de mar e tempo tranquilo. Também as temperaturas das águas, nada normais para a época, faziam acreditar que esta seria das últimas oportunidades do ano de fazer capturas em grande quantidade e de bom tamanho.
Devido à distância que nos separa da costa, as nossas jornadas começam sempre muito antes do nascer do dia, e esta não foi excepção. Conversa e paragem para café e chegámos ao pesqueiro
ainda com noite cerrada. Aos primeiros lançamentos à “chumbadinha”, começo a sentir os primeiros peixes, mas devido à pouca prática que tenho nessa técnica, senti muitas dificuldades em ferrar grande parte dos peixes que senti. Quando mudei para a bóia já ao raiar do dia, momento em que o Kiko começa a pescar também, começam a sair os primeiros peixes de bom porte e com uma cadência muito constante.
Ao final da manhã, contando já os dois com uma pesca muito interessante, o Kiko com uma “fezada” num pesqueiro no qual tem tido fortuna, decide tentar a captura de uma dourada. No primeiro lançamento tem uma boa picada e faz sinal a alertar-me para o que se seguiria.
Segundo lançamento e aí está o grito de guerra do Kiko a pedir o auxílio com o chalavar! Como sempre, uma luta gloriosa e um troféu dos que ficam para recordar. Com o alerta dado, decidi tentar a minha sorte também, mas devido ao mar com enchios perigosos que entretanto se tinha instalado, decidi pescar num sítio mais recuado. Em dois lançamentos perdi duas douradas a partir a linha, devido aos poderosos arranques para o abrigo das lajes. Devido a estar recuado, a
linha em tensão partia facilmente ao roçar nas pedras. A partir daí, seguramente devido ao rebuliço instalado, o cardume afastou-se ou afundou e não sentimos mais nada.
Estava feita mais uma jornada para recordar, em grande companhia, com a sensação de dever cumprido e, corpo e a alma rejuvenescidos para mais uma semana de trabalho.
Fica o registo das pescas dos dois, tiradas já em casa, antes daquela que é, para mim, a pior mas tão necessária parte da pesca, a limpeza do material!
já anterior ao “recente” grupo pescatuga, e que, chegou a fazer parte de outro grande grupo de amigos da pesca do qual faziam parte os pais de alguns de nós!
Consultando a previsão para esta jornada, sabíamos que seria provavelmente das últimas do ano com condições de mar e tempo tranquilo. Também as temperaturas das águas, nada normais para a época, faziam acreditar que esta seria das últimas oportunidades do ano de fazer capturas em grande quantidade e de bom tamanho.
Devido à distância que nos separa da costa, as nossas jornadas começam sempre muito antes do nascer do dia, e esta não foi excepção. Conversa e paragem para café e chegámos ao pesqueiro
ainda com noite cerrada. Aos primeiros lançamentos à “chumbadinha”, começo a sentir os primeiros peixes, mas devido à pouca prática que tenho nessa técnica, senti muitas dificuldades em ferrar grande parte dos peixes que senti. Quando mudei para a bóia já ao raiar do dia, momento em que o Kiko começa a pescar também, começam a sair os primeiros peixes de bom porte e com uma cadência muito constante.
Ao final da manhã, contando já os dois com uma pesca muito interessante, o Kiko com uma “fezada” num pesqueiro no qual tem tido fortuna, decide tentar a captura de uma dourada. No primeiro lançamento tem uma boa picada e faz sinal a alertar-me para o que se seguiria.
Segundo lançamento e aí está o grito de guerra do Kiko a pedir o auxílio com o chalavar! Como sempre, uma luta gloriosa e um troféu dos que ficam para recordar. Com o alerta dado, decidi tentar a minha sorte também, mas devido ao mar com enchios perigosos que entretanto se tinha instalado, decidi pescar num sítio mais recuado. Em dois lançamentos perdi duas douradas a partir a linha, devido aos poderosos arranques para o abrigo das lajes. Devido a estar recuado, a
linha em tensão partia facilmente ao roçar nas pedras. A partir daí, seguramente devido ao rebuliço instalado, o cardume afastou-se ou afundou e não sentimos mais nada.
Estava feita mais uma jornada para recordar, em grande companhia, com a sensação de dever cumprido e, corpo e a alma rejuvenescidos para mais uma semana de trabalho.
Fica o registo das pescas dos dois, tiradas já em casa, antes daquela que é, para mim, a pior mas tão necessária parte da pesca, a limpeza do material!
Capturas do Francisco
Capturas do Kiko

Cumprimentos
Francisco Santos


















E o maior deste ano ( 1.850g)


Cumprimentos



















