Sérgio Tente

Pesca aos Sargos

Agradecimento

Pesca aos Sargos, Robalos e Douradas

Francisco Santos

Pesca com Sardinha

Douradas

Pesca à boia ás Douradas

Achigãs

Pesca de margem aos predadores de águas interiores

Demetz - Multipola

Nem só de canas e carretos se faz a pesca, existem outros acessórios que se podem mostrar bem eficazes para uma boa jornada.
Disso é o caso de uns bons óculos polarizados, que para além de defender a nossa vista dos raios uv, podem mostrar o que não se vê a olho nu.
A marca francesa Demetz fundada em 1950, conta no seu currículo com 6 Silmos de ouro (Galardões atribuídos a óculos como os Oscares de Hollywood aos filmes).
O modelo que me foi cedido é o Demetz Multi pola, tem lentes polarizadas e fotocromáticas (mudam de cor consoante a luminosidade) ideal para a pesca pois corta a reflexão dos raios o que permite ver abaixo da linha de água.

Para a pesca em águas interiores ao Achigã será concerteza um novo argumento para melhorar as capturas.
Também no mar, em algumas ocasiões pode mostrar as suas qualidades, disso é prova esta fotos que se seguem, em que apesar da altura em relação à água se vêm as diferenças.
Vista a olho nu
Vista com os Demetez Multi pola

Para ver todos os modelos da marca aceda ao site oficial aqui.

Abraço
Pedro Batalha

Promoções a 40%

Descontos de 40% em todo o material sem excepção, é quanto a casa A.Coelho nos Foros de Salvaterra (Salvaterra de Magos) está a oferecer até finais de Fevereiro.

A loja fica situada na estrada N114-E que liga Salvaterra de Magos a Coruche, antes de chegar ao nó da auto estrada, para quem vier de Lisboa fica a cerca de 1klm da saída da A13.
No mapa abaixo está sinalizada com a seta a verde.

Exibir mapa ampliado
Deixo alguns dos artigos que ainda se encontram disponíveis:
Fios multifilamento:
Fire line Cristal e normal em cor cinza 110mts 0,17 e 0,20 a 15euros

Awa-shima braid 100mts 0,18 e 0,20 a 9euros

Nbs Flomax Super Dynema 150mts 0,16 / 0,18 / 0,20 / 0,22 a 15euros

Fios Seaguar fluocarbono 50mts 0,26 e 0,28 a 9,5euros

Diversas canas de Achigã

Surf Casting

Canas de Barco onde se salienta uma Tica Taurus Boat 3mts a 105euros

Sacos Vinis Zoom, Gari Yamamoto, River2Sea entre outros desde 2,50euros

Bóias de pesca à Inglêsa com preços desde 2,50euros

Bóias de pesca à francesa

Anzóis para todas as modalidades (rio e mar)

Algumas Akadas para spinning ao Robalo +- 4euros

Spinners, Buzzers da Bassproshops,Poppers e outras para Achigã desde 3euros

Tudo isto e muitos acessórios como sacos de canas, engodos, ferros etc etc tudo com 40%
Para os interessados deixo os contactos para mais informações:
tel:263501498 ou para o mail lojas_coelho@sapo.pt

Novidades 2010 West Coast Laboratory Lures

O fabricante e importador TBF (Barros fishing) tem este ano uma nova gama de amostras para a pesca a predadores como são os casos dos Achigãs e Robalos.
São 4 os modelos que aqui apresento com algumas das várias côres disponíveis, já a partir deste mês no mercado nacional.
A ordem dos modelos representados é de cima para baixo.
Clicar nas imagens para ver em pormenor.


Bakuba com 12,5 cm 20gr de peso, flutuante e afunda até 1mt
Bakuba com 14 cm 28gr de peso, flutuante e afunda até 1mt
Macua com 14 cm 20gr de peso, flutuante e afunda até 1mt
Lumbo com 12 cm 140gr de peso, flutuante e afunda até 90cm
Nalu com 13 cm 12gr de peso, flutuante e afunda até 1mt
Para mais informações ver site oficial aqui.

A última aos Sargos


Com o ano 2009 a terminar e numa brecha de bom tempo a espreitar, fiz a última pesca de Sargos.

O mar estava lindo com águas azuis turquesa e muito oxigenado, tudo durou apenas 45min, sem engodo e em 4 lançamentos 4 peixes ferrados e um que por lá ficou a crescer.
Depois como vem sendo habitual nestes últimos tempos, o vento tomou conta de me fazer arrumar o material e rumar a casa.
Sempre que conseguia colocar a bóia no pesqueiro de forma pensada, sentia peixe....
Ficou a sensação de ter perdido uma oportunidade, de fazer uma boa pesca.

Agora é esperar pelo 2010 e que as condições climatéricas melhorem.

Abraço
Pedro Batalha

Sargos, a pescar fino


Com o windguru a prever uns marzinhos brutos mas sem vento e sem chuva decidi ir fazer a tarde aos sargos que coincidia com a maré.
Sabendo que os sargos não andavam em força no pesqueiro optei por tentar os grandes exemplares em dois ou locais específicos.
Seria uma lotaria ir depois de almoço pois o mais certo era encontrar o pesqueiro superlotado mas acabei por ter sorte e apenas estavam alguns pescadores locais que conheço bem e com os quais tenho uma boa relação.
Cumprimentados os pecadores e pedida a autorização se não se importavam que pescasse ali perto deles lá iniciei a minha pesquinha. Ao meu lado saía um belo sargo de kg e nada mais. Eu a pescar num buraco que aprecio bastante apenas ia sentindo uns bodiões que ratavam o isco e tal não era o tédio que por acaso e ao contemplar o mar vejo virar uns sargos bem longe.
Montagem nova e toca de pescar nessa zona o que curiosamente não resultou pois o peixe pura e simplesmente não picava!?!? Será do isco? Agarrei então numa sardinha e fiz uns lombinhos que isquei e atei com um pouco de silicone para poder lançar longe. Bóia no local e a mesma coisa, via os sargos e eles não ligavam nenhuma.
Será do fio?? Mudei para um 0.20 e quase de imediato um bom sargo ferrado, de seguida outro e outro e já com o dia a terminar acabei por realizar meia dúzia de capturas interessantes mas infelizmente mais de metade partiram o estralho na altura de içar devido ao facto de estar a pescar alto e com muitos obstáculos pela frente.
De qualquer modo ainda consegui 4 exemplares na casa das 900g e do kg e dois mais pequenos o que não foi mau pois a determinada altura vi a coisa mal parada.

Material utilizado:
Cana: Tica Taurus 6m
Carreto: Shimano TP 6000FB
Técnica: Bóia

Abraço
Sérgio Tente

Ainda em 2009.....Isto quando se gosta de pesca e de passar um bom dia entre amigos ultrapassa qualquer que seja o mau prognóstico meteorológico e por vezes até temos umas boas surpresas.
Assim foi num destes dias em que previam mares de 3 metros de Oeste e que teoricamente fariam da pesca um factor quase impossível na zona escolhida neste dia.
Ao chegar ao pesqueiro com o Nuno a reacção foi imediata: “Viemos fazer surf ou quê?”.
De facto a cor do mar estava de “top” mas o tamanho e formação das ondas era digna de um campeonato do mundo de surf.
Toca a ir para o pesqueiro que estava completamente à disposição o que nos levou a pensar que seriamos os únicos malucos a estar à pesca nesse dia numa extensão de muitos km´s de costa.
Escolhidos os pesqueiros acabei por ter mais sorte com o trabalhar do mar que o Nuno que estava num local que se tornou praticamente impraticável.
Com a maré com água consegui meter a bóia a trabalhar bem num bom local e assim consegui umas capturas boas que acabaram por proporcionar bons momentos.
Por incrível que pareça de repente e no meio daquele mar todo entrou um cardume de sarguetas bem corajosas que se agarravam de imediato às iscadas algumas delas embuchadas fatalmente. Com a maré a vazar e o mar a continuar a crescer tivemos que acabar a jornada pois já estava completamente impossível.
Foi uma jornada de teimosia que acabou por nos dar alguma recompensa.

Material utilizado:
Canas: Prosargus Iridium Advance 6m
Carretos: Shimano TP 6000FB
Técnica: Bóia

Abraço
Sérgio Tente

Uma boa pesca de Douradas

Não....não pensem que esta é uma pesca recente...
Só agora está a ser apresentada, porque parte das fotos fizeram parte de um artigo na revista mundo da pesca.

Estas fotos referem-se a um dia em que me dediquei especificamente ás Douradas, na companhia do companheiro do pescatugateam o Kiko.

Também ele se safou com alguns exemplares desta espécie e também alguns Sargos.

Como referi anteriormente foi um daqueles dias de pesca bruta com materiais mais fortes e resistentes.
Aproveito para descrever quais os materiais utilizados este ano.
Em relação a canas as preferências foram para 2 modelos, a Prosargos Exclusive pro 6mts.
Cana que fez a maioria das capturas quer de Sargos ou Douradas e a Tica Taurus de 7mts que utilizei em alguns pesqueiros mais específicos em que os obstáculos no pesqueiro "obrigavam" a manobras mais delicadas.
Outra das canas que tive oportunidade de rever foi a barros Strike pro 6mts, uma boa cana com cartas dadas.

Nos fios para os estralhos as preferências recaíram nos fluocarbono com as medidas a variar entre o 0,22 e 0,36.
Mas também em monos convencionais quando achei que as condições do pesqueiro assim o permitiam sem minimizar as capturas.

No que diz respeito a anzóis, os Hayabusa Fks 130 em vários nºs foram com já vem sendo habitual a alguns anos os escolhidos para as pescas de Sargos.
No caso das Douradas no final da temporada recorri a modelos mais robustos como são os da foto abaixo.

Para completar falta referir os carretos utilizados, no conjunto com a cana da Prosargos utilizei o Sakura Borax 6007, e na Tica Taurus o carreto da mesma marca e modelo na versão 6000.
O Kiko utilizou o Quantum Cabo 5000 e os Shimano Twin Power 6000 foram as escolhas do Sérgio Tente e do Nuno Costa.

Espero para breve ter mais algumas novidades sobre os materiais a utilizar para o próximo ano.
Até lá desejo-vos boas festas
Abraço
Pedro Batalha

Dia de Sargos bons

Nas jornadas de Sargos que tenho feito tem sido muito habitual capturar exemplares pequenos com bastante regularidade.
Fico feliz por ver que existe uma grande quantidade de sarguetas que no futuro virão a ser os grandes Sargos que pretendemos capturar (assim os deixem crescer).

Quando capturo estes pequenos exemplares tenho todo o cuidado possível a tirar o anzol e a devolver à água.
Neste dia curiosamente
não senti peixe pequeno e sempre que se ferrava algum exemplar era de bom calibre.
É nestes dias que nos proporcionam grandes momentos de pesca que devemos reflectir e ter respeito pelas espécies e não capturar exemplares pequenos para que o futuro esteja garantido.
Com um mar de meter respeito e a exigir muito cuidado e atenção consegui realizar 11 capturas que totalizaram 7kg o que faz uma média bem interessante.


Material utilizado:
Cana: Prosargus Iridium Advance 6m
Carreto: Shimano TP 6000FB
Técnica: Bóia

Abraço
Sérgio Tente

Sargos poucos mas bons

Boas,

Agora que o tempo e o mar começaram a impor-se começa a ser mais difícil arranjar umas abertas para ir fazer umas pescas.
Com o windguru a prever mar de 2.8 metros e muita chuva mesmo assim eu e o Pedro Batalha decidimos ir fazer uma jornada aos sargos.

Quando chegámos ao pesqueiro encontrámos um mar completamente de sonho, grande mas com uma cor daquelas que nos moraliza de imediato. Iniciada a pesca e começámos a perceber desde logo que o peixe não andava em força por ali.
O Pedro consegue 3 capturas e eu apenas 1 e mais umas salemas.
Decidimos então ir espreitar um novo pesqueiro com o mar a crescer e a criar vagas na casa dos 3 metros começou a ver-se que os mares de inverno iam começar a ditar as regras.
Pesqueiro novo e logo o Pedro ferra dois sargos grandes que se desferram e de seguida consegue um belo exemplar quase de kg.
Começo também a minha “faina” e consigo ferrar um quileiro que numa volta de mar parte o estralho no marisco.
Logo de seguida o Pedro tira mais um belo exemplar e eu quase em simultâneo outro bom sargo.
O mar esse começava a embrutecer de tal forma que a pesca já era feita só nas rasadas de mar pois o mar rebentado tornava a pesca impossível.
Realizei apenas mais uma captura e perdi um bom sargo que pelo arranque devia ser daqueles.
Acabou por ser mesmo a tempo pois a chuva chegou em força mas já connosco no carro.
Em suma mesmo sem muito peixe apareceram por lá uns bons exemplares que proporcionaram bons momentos.
Material utilizado:
Canas: Prosargus Iridium Advance 6m
Prosargus Exclusive Pro 6m
Carretos: Shimano TP 6000FB
Sakura Borax 6000
Técnica: Bóia

Abraço
Sérgio Tente

Promoções de natal Prosargos

A pensar na época natalícia a Magospesca oferece um desconto de 30% em alguns dos seus artigos.

Para saber qual a loja mais perto de si com estas promoções, entre em contacto com vendedor Joaquim Miguel para o nº 916638872.

Daquelas pescas rápidas


Boas,

Com uma tarde cheia de compromissos profissionais e com a manhã a prometer deixar pescar mas com algum vento decidi ir “picar o ponto” e tentar uns sargos ao romper do dia e depois voltar e ir trabalhar. E assim foi, levantei-me cedinho e depois de 2 cafezinhos curtos toca a arrancar.
Chegado ao pesqueiro encontro um mar que tinha mais de o dobro daquilo que o windguru previa.
Montei o material e esqueci o engodo pois tanto mar ia-me tirar o engodo todo dali e provavelmente levar o peixe atrás (se é que por lá estava algum).
Sentadinho no carro lá fui deixando clarear o suficiente para iniciar a pesca mas tive que arrancar ainda bem escuro pois começavam a chegar carros com fartura e o pesqueiro ficava em risco. Já se começava a ver qualquer coisa e toca de lançar mas o vento era tanto que pensei desde logo o que é que ali estava a fazer.
Então decidi arriscar e mudar de poiso para um local algo arriscado mas que felizmente acabou por dar alguns frutos. Oleado vestido e logo uns valentes banhos ainda nem tinha feito qualquer lançamento mas logo ao 1º ferro um sargo e por aí em diante.
Com alguns peixes pequenos devolvidos, outros perdidos e outros a partir acabei por ter uma manha bem interessante com ritmo qb só alterado pelo facto de estarem 2 pescadores a lançar para cima de mim (é o habitual). No final 22 sargos a totalizar o limite de 10 quilos…..foi uma bela manha que terminou por volta das 11 horas já com um sorriso de orelha a orelha.

Material utilizado:
Cana: Prosargus Iridium Advance 6m
Carreto: Shimano TP 6000FB
Técnica: Bóia

Abraço
Sérgio Tente

Mais um peixinho bonito

Alinhar ao centro
O bichinho voltou a morder e lá fui eu perder mais uma noite/ amanhecer de spinning aos robalos. Acabei por ir sozinho mas as coisas até correram bem.
Desta vez o windguru falhou redondamente e a chuva e vento que estavam a prever felizmente não apareceram.
Como estava a pescar em território desconhecido andei nesta noite e amanhecer um pouco “as aranhas”.
Escolhido o local logo num dos primeiros lançamentos ferrei um bom exemplar que se desferrou já perto da margem mas como estava bastante escuro acabei por não me aperceber do tamanho do mesmo.
Poucos lançamentos depois ferro um exemplar que por momentos pensei ser bastante grande tal não foi a luta que me proporcionou.
Fartou-se de levar linha e dar umas boas cabeçadas mas “rebentou depressa”. Pesou já em casa pouco mais de 2 quilinhos,
Depois foi o tédio total de 2 horas a fazer lançamentos e nem mais um toque a não ser de uma pedra que me comeu uma River2sea.
Mais uma vez lá consegui não gradar e passar um bocadito porreiro mas muito cansativo.
Peço desculpa pela qualidade da foto mas no automático a maquina não se orienta bem.

Material utilizado:

Tica Splendor Spin 3m
Carreto Xenos 4000
Amostra matadora River2sea ayu


Abraço

Sérgio Tente

Sargos daqueles que eu gosto

Seguindo a velha máxima de que mar grande é sinónimo de peixe grande combinei com o amigo Nuno Costa uma investida aos Sargos.
Com o windguru a prever quase 3 metros de mar decidimos arriscar e tentar uns pesqueiros manhosos que com estes mares se tornam algo perigosos. Chegados ao pesqueiro qual 3 metros qual quê, o mar se tivesse 2 já era muito e ainda para mais com a maré em baixo o que concerteza na maré cheia ainda ia cair mais.

Começámos a pesca e o Nuno ferra um exemplar na casa do kg ainda o pesqueiro estava quase em seco.
Eu de seguida capturo um exemplar de 500g e durante 1 hora nem mais um toque.
O Nuno decidiu então mudar de poiso e eu pouco depois fui-lhe fazer companhia, pelo que ainda eu ia pelo caminho já ele tinha mais 3 Sargos capturados.
Acabámos por dar com eles mas num pesqueiro em que o mar pedia atenção e cuidados redobrados. As capturas foram aparecendo e desta vez como o cesto estava connosco ainda o utilizei para tirar os 2 maiores exemplares com a preciosa ajuda do Nuno.

Encostaram peixes grandes e alguns deles acabaram por partir ou desferrar mas proporcionaram momentos excelentes numa manhã daquelas que fica para recordar não só pelo peixe mas pela macacada que é estar a pescar com amigos e a aproveitar estes momentos ao máximo.
No final e já sem isco arrancámos porque de tarde havia trabalho para fazer.
Fizemos umas belíssimas capturas e deixo-vos as fotos das minhas capturas das quais saliento os maiores 4 exemplares que pesaram 1.630g, 1.300g, 1.250g e 1.100g.
No total quase 9kg foi um belo resultado tendo o Nuno feito uma pesca do mesmo género.

Material utilizado:
Cana: Prosargus Iridium Advance 6m
Carreto: Shimano TP 6000FB
Técnica: Bóia

Abraço
Sérgio Tente

Mais um Robalito razoável


Apesar de o spinning não ser uma modalidade que puxe (para já) muito por mim o certo é que este ano e principalmente durante este final de 2009 tenho andado com alguma vontade de perder umas noitadas/manhãs nesta coisa das amostras.
As capturas essas tem aparecido com regularidade mas normalmente de exemplares pequenos que teimam em não passar da casa dos 2.2 kg.
E assim foi numa destas madrugadas que resolvi agarrar na caninha e nas amostras e toca a fazer uns km´s até ao mar e depois uma valente caminhada pelas areias. Certo é que ir sozinho se torna algo chato mas também nos proporciona uma reflexão diferente e um contemplar magnífico do nascer do dia junto ao mar.
Assim e perante um mar forte mas com umas condições excelentes lá fui fazendo lançamentos uns atrás dos outros e testando algumas amostras. Com a maré já em plena vazante realizei a primeira captura de um robalote na casa das 400g que devolvi de imediato. Seguiu-se mais um do mesmo calibre e depois um exemplar melhorzito (mas pouco) que se desferrou. Já perto da hora de partir lá consegui desencantar um robalinho bonito.
Enquanto não chega o dia do “barrote” lá vou eu continuando a tentar e a treinar.

Material utilizado:
Tica Splendor Spin 3m
Carreto Xenos 4000
Amostras matadoras River2sea ayu e Daiwa Saltiga bbg

Abraço
Sérgio Tente

Novidades e catalogo Sakura 2010

Como vem sendo habitual nos últimos anos, a marca francesa de canas e carretos Sakura, vem este ano complementar a sua vasta gama, com mais umas pérolas para os aficionados da pesca com artificiais aos predadores.
Novos modelos para Lúcios, Achigãs, Percas, Lúciopercas, Robalos e outros.
O carreto Alpax com um o tamanho 5000, para o spinning no mar e águas interiores aos grandes exemplares.
Novos modelos de canas como a Mazzera, para spinning embarcado a Stingray para pesca em águas interiores e muitos modelos novos nas gamas Rookie, Antidote, Shukan spinning e jigging e Oversea para jigging.
O grupo comercializa também este ano a conceituada marca Molix, a Sebile, Gary Yamamoto, River2Sea e a coqueluche de amostras Ima com mais modelos disponíveis.
Em Portugal é a Magospesca/Prosargosteam que comercializa todos estes modelos e marcas.
Pode vistar o site oficial em www.sakura-fishing.com/
Para fazer o download do catalogo 2010 clicar aqui.

Abraço
Pedro Batalha

Metamorfoses - A Libélula

É sem duvida um acontecimento único na natureza, tema para vários livros, base para a ficção cientifica cinematográfica e com muito ainda por explicar.
Quem faz pesca ao Achigã, sabe que as Libélulas, são um dos mais apetecidos alimentos da dieta destes peixes.
A actividade dos Achigãs é bem patente quando se vêm Libélulas a pairar sobre a água.
Muitas marcas as copiam, a River2Sea é uma das que melhor o faz para delicia de muitos
pescadores.
Mas este estranho insecto nem sempre foi o que aparenta, predador e em simultâneo presa, sofreu algumas transformações até chegar a este estado.
Aqui ficam algumas das informações sobre as suas caracteristicas:

* Existem 5.000 espécies de libélula que povoam o mundo inteiro. Apesar das várias denominações vulgares, como lavadeira, cavalinho do diabo, pito, e canzil, seu nome mais comum, libélula, pode ter-se originado dos termos latinos, libellulus, o diminutivo de livro (liber), devido à semelhança de suas asas com um livro aberto, ou libella, que significa balança, e aí o movimento de suas asas, que oscilam levemente durante o vôo, daria respaldo a esta interpretação.
Graças ao fantástico aparelhamento biológico que possui, uma libélula consegue planar, o que é impossível para a maioria dos insectos alados.
Enquanto uma abelha vibra suas asas 4 vezes por segundo e muitos mosquitos imprimem até 8 batidas, a libélula bate suas asas 50 vezes por segundo.
-De acordo com a espécies, o tempo de vôo pode variar de dias, como ocorre com as espécies migratórias que possuem asas mais largas e conseguem planar nas correntes aéreas, a alguns minutos por dia.
-Em média, elas se mantêm voando por 5 a 6 horas diariamente.
-Deve procurar parceiros e acasalar em um prazo máximo de dois meses tempo entre sua última metamorfose, quando de larva se transformou em libélula, e sua morte, que corresponde, em algumas espécies, a menos de 10% de seu tempo total de vida.
-Aparelhada com o maior olho proporcional do reino animal, a libélula usa seu sofisticado aparelho visual como um radar.

-Posicionando-se sempre contra a luz solar, é capaz de detectar movimentos imperceptíveis aos nossos olhos. Em centésimos de segundo, ela identifica se é uma presa, um predador, um rival ou uma possível parceira.
-Os olhos com visão panorâmica e a habilidade de voar verticalmente, contrabalançam esta equação evolutiva, que tem sido favorável às libélulas.
Caçador e caça
-Predadora voraz em seu ambiente, a libélula é capaz de comer 14% de seu peso se alimentando apenas de outros insetos voadores abelhas, moscas, besouros, vespas, outras libélulas menores, pernilongos e até o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue em um único dia de sua curta existência fora da água.
-Vivendo apenas de um a dois meses com suas asas, depois de ter passado até cinco anos no ambiente aquático, ela tem pouco tempo para encontrar parceiros e procriar, antes que um predador a encontre primeiro. -
-Recentes pesquisas demonstraram que um pequeno besouro realiza por dia cerca de 150 vôos, conseguindo um índice de sucesso nas caçadas de 43% e comendo 11% do seu peso. Já a libélula, mesmo com pouco tempo de "brevê", realiza duas vezes mais vôos e tem sucesso em 51% de suas investidas. Enquanto vive na água, a libélula tem de fugir dos sapos, peixes e pássaros. Com asas, ela terá outros inimigos: aranhas, louva-deuses e outros pássaros.

Se tem libélula, a água está limpa

Quem tiver dúvidas quanto à qualidade da água de um rio ou lago pode fazer o "teste da libélula", que consiste na simples observação se há libélulas na área. Todo rio ou lago com águas limpas tem libélula. No entanto, a menor alteração físico-química da água ou do ar já será suficiente para expulsá-las, além de impedir que dos ovos saiam novas larvas.
Na água, a poluição provoca mudanças drásticas em suas características físicas, como os sedimentos em suspensão, e químicas, tais como alteração do PH, da condutividade e do nível de oxigénio dissolvido na água. No ar, ocorrem processos semelhantes, incluíndo as mudanças climáticas.

Duas metades de um só coração
O tempo de procriação pode variar de alguns minutos em pleno voo até várias horas de um acasalamento pousado. O que não muda é a posição insólita em forma de coração, formado pelo corpo retorcido do macho e da fêmea.
Quando o macho está na presença da fêmea, ele precisa encostar seu pénis, localizado no segundo segmento de seu abdómen, no nono (e penúltimo) segmento, onde são produzidos os espermatozóides. Depois de transportar seu próprio esperma até o pénis, o macho segura a fêmea pela cabeça com uma pinça localizada na extremidade de seu corpo. A fêmea, então, faz também um contorcionismo para que seu órgão genital, localizado no penúltimo segmento, encontre o pénis do macho, formando o coração. Depois da fecundação, os ovos são liberados dentro da água ou em alguma planta submersa.
A larva se transforma em avião
(É no estado de larva que serve de alimento a Trutas, eis algumas imitações):

Duas a três semanas depois de postos os ovos, surgem as larvas das libélulas. Começa então um longo ciclo de vida aquática, que, em algumas espécies, pode durar até cinco anos. Em sua existência submersa, a larva se alimentará de microcrustáceos, filhotes de peixes
e outras larvas ela actua como ápice de uma importante cadeia alimentar dos ambientes aquáticos dos rios e lagos e passará por até 15 sucessivas metamorfoses até se transformar em uma naiade, que já se assemelha ao insecto adulto porém se movimenta no meio aquático através de jactos de água que saem pelo recto, como um sifão.

Em um dado momento, atendendo aos chamados de um relógio biológico, cujo mecanismo permanece inexplicado, a naiade faz a transição do meio aquático para o terrestre onde fará sua última metamorfose.
A escalada do trampolim para o novo mundo é feita geralmente à noite, para escapar dos predadores. Subindo pela haste de alguma planta, a larva para de se alimentar e se mantém várias horas imóvel se preparando para a mudança.



A libélula rompe seu último exoesqueleto pelo dorso, liberando primeiro a cabeça e o tórax e depois o abdómen (o processo leva de 30 a 40 minutos). Suas asas, húmidas, precisarão de duas a três horas para se solidificarem em contacto com o ar, quando a libélula estará, então, aparelhada e pronta para descolar.


* Marcelo Szpilman é Biólogo Marinho, Diretor do Instituto Ecológico Aqualung, Editor do Informativo do Instituto e autor dos livros Guia Aqualung de Peixes e Seres Marinhos Perigosos.

Para elaborar este artigo recorri a diferentes fontes na net, agradeço o trabalho realizado por todos.

Abraço
Pedro Batalha