Sérgio Tente

Pesca aos Sargos

Agradecimento

Pesca aos Sargos, Robalos e Douradas

Francisco Santos

Pesca com Sardinha

Douradas

Pesca à boia ás Douradas

Achigãs

Pesca de margem aos predadores de águas interiores

Kayakfishing na Barragem do Fratel

A Barragem de Fratel está localizada no distrito de Portalegre, no limite com o distrito de Castelo Branco, na bacia hidrográfica do Tejo, no rio Tejo, em Portugal. A construção foi finalizada em 1973.

Possui uma altura de 43 m acima do terreno natural e uma cota de coroamento de 87 m. A capacidade instalada de produção de energia eléctrica é de 130 MW.

A albufeira da barragem submergiu uma boa parte dos núcleos de gravuras rupestres do Tejo e um troço do antigo muro de sirga do Tejo.

Fonte wikipédia


Exibir mapa ampliado

Mais uma pescaria com boa companhia por estas belas e lindas paisagens do Rio Tejo
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Eu, o Nep e o Vita com as fresquinhas na mão para carregar as baterias para a pescaria
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O Nep todo contente pronto para mais uma pescaria
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Lançamentos para lá...
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E lá saiu a primeira captura... uma bonita Lucioperca com 1.200kg
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E com a garganta refrescada lá saiu a segunda de 600 gr
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O Nep a preparar-se para irmos bater com as orelhas.
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As máquinas paradas para reabastecer...
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E lá fomos nós para a segunda jornada...
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Á bater uns sítios bem porreiros, mas sem resultados nenhuns...
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As máquinas prontas para carregar e há espera de ir molhar os cascos para outro sítio
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Abraço até à próxima
Walter Cabral

Sargos

Esta foi uma pesca feita á boia ao nascer do dia.
O mar apresentava-se de 1.8 m e estava bem oxigenado, os peixes foram aparecendo embora muito desconfiados o que fez com que perde-se alguns peixes de tamanho razoável.
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O material utilizado:
Cana Taurus 6m
Carreto Twin Power 6000

Abraço
Nuno Costa

4 Robalos

Depois de algum tempo sem praticar spinning, este fim de semana optei por perder umas horas da noite e fazer o nascer do dia à pesca com amostras.
4 Robalos foram o resultado desta jornada.
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O material utilizado foi a cana Sakura Shukan 2,92, com o SakuraBorax 4007 e a amostra River2sea ayu

Abraço
Pedro Batalha

Sargos - Uma boa surpresa


Devido ao facto de alguns pesqueiros que frequento estarem completamente saturados de malta à pesca resolvi inovar.
Fui com um grupo de amigos experimentar uma zona onde nunca tinha tido grandes resultados e pela qual já não dava grande coisa.
Felizmente as coisas até correram bem e acabámos por passar um dia engraçado com algumas capturas para alegrar.

Material utilizado:

Cana Tica Taurus 6m
Carreto Shimano TP6000fb
Fio Prosargus Iridium 0.25

Iscadas para Douradas

"Saber ler e interpretar o mar" é muito importante mas existem outros sinais em terra que nos podem dar indicações fulcrais de boas capturas.
Muitos pescadores detestam o facto dos Caranguejos Pilados estarem encostados e os peixes andarem enjoados com tanta fartura de alimento, eu não penso assim em relação à pesca dos sparideos como o Sargo e Dourada.
É para mim um óptimo sinal quando nas rochas encontro dejectos de Pilado feitos pelas Gaivotas.
Os dejectos assemelham-se muito aos dos Lagostins nas barragens e rios feito pelas lontras e Raposas, são bolas acastanhadas com patas, cascas e bocados partidos de Caranguejo.
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Como escolho o tipo de iscada para iniciar uma sessão de pesca?
Geralmente o nascer do dia é sempre o mais proveitoso quer para Sargos ou Douradas, a escolha pode ser um pouco complicada, já que a pesca ás Douradas é um pouco ingrata e por vezes chata.
Ou os peixes estão lá ou passamos horas a olhar para a bóia sem dar sinal, enquanto que aos Sargos é tudo muito mais simples e mais eficaz.

Em relação à apanha eu prefiro à mão, porque posso escolher o tamanho que pretendo para iscar.

Apanha:
Durante a noite (melhor as luas com pouca luminosidade).
Depois prefiro as marés a vazar, porque as rochas estão molhadas e os Caranguejos ainda se alimentam nelas.
Por fim com auxilio de leds, com as lâmpadas convencionais fogem assim que sentem o fluxo de luz.
Para começar tenho de ter uma boa quantidade de isco, apanho Caranguejos pequenos e grandes, machos ou fêmeas.
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Se iniciar a pesca só aos grandes exemplares,começo por iscar uma Moura inteira sem retirar qualquer pata ou tenaz.
Desta forma evita-se que pequenos peixes como as Safias ou Sargotes mordisquem e estraguem a iscada.
É certo que se falham mais picadas, mas teremos quase a certeza de que quando pica é Dourada ou outro peixe de bom porte.
O anzol é espetado entre 2 patas, mantendo por algum tempo o Caraguejo vivo, acontece por vezes prender no fundo pois o Caranguejo agarra-se e esconde-se pelas reentrâncias das rochas submersas.
[img]http://img14.imageshack.us/img14/5403/mourainteira.jpg[/img]

Se esta opção não der resultados e quisermos continuar a apostar em grandes exemplares podemos com auxilio de um tesoura cortar e retirar algumas partes do Caranguejo.
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O problema desta iscada é que os peixes pequenos mordiscam o miolo e assim retiram parte importante da iscada, a qualquer pequeno sinal da bóia, deve-se retirar e tornar a fazer todo processo e lançar de novo.
Este tipo de iscada pode ser utilizado para os Sargos se o Caranguejo for pequeno.

Depois há também a hipótese de iscar com metades (tem sido muito polivalente em capturas de Sargos e Douradas).
Consiste em cortar o Caranguejo em 2 retirar algumas patas sem retirar a casca e iscar.
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Se nada disto resultar, há sempre os Sargos com iscadas mais pequenas e partidas.
Corta-se o Caranguejo aos bocados e vai-se iscando enchendo e subindo pela aste do anzol.
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Qualquer uma destas formas de iscar tem-me dado capturas quer de Douradas, Sargos, Safias e grandes Bodiões.

Existem concerteza mais formas de iscar o Caranguejo, eu tenho utilizado estas com alguns bons resultados, se tiver mais alguma forma de iscar que queira ver aqui publicada faça aqui o seu comentário.

Abraço

De regresso ás Douradas

Com as Douradas "encostadas" tenho dedicado as pescas a esta espécie que tanta adrenalina me faz correr,deixando de parte os Sargos.
Apesar da montagem ser muito idêntica há pormenores muito relevantes para as capturas de Douradas.
Um factor muito importante é conhecer bem o fundo do pesqueiro, as rochas a areia, as saliências e reentrâncias do fundo fazem toda a diferença neste tipo de pesca.
Penso que os peixes são como todos os animais, que escolhem "caminhos" por entre o fundo e por eles se movimentam em busca de alimento ou em simples migração,
dar com esses "caminhos" por fazer a diferença.
Reza a história que nos anos 80, aquando da entrada de Portugal na CEE e da entrada de dinheiro fácil para pescadores e agricultores com situações mais complicadas.
Alguns viveiros de Douradas ao largo de Peniche tiveram um fim misterioso e trágico, com os peixes acabaram livres e a manterem-se perto da costa.
Ainda hoje é possível ver alguns exemplares de bom porte (3 e 4kg) a mariscar nas rochas em marés de grande amplitude ( lua nova e lua cheia ).
Desde essa altura que passo algumas horas a ver as Douradas a entrar e sair com as marés, há locais por onde entram e saem em cardumes, enquanto metros ao lado não há movimento algum.

É com base nesta ideia que escolho certos locais para este tipo de pesca, este ano tem sido bastante proveitoso, já levo uma quantidade considerável destes peixes.
As fotos que se seguem são de mais 2 bons exemplares com +- 2.200kg, pescados mais uma vez à bóia com Caranguejo.
Para completar a jornada ainda saiu um Robalote, e uns Sargos.

Abraço
Pedro Batalha

Sargos - Um dia razoável

Aproveitando um dia de folga fui fazer uma jornada aos Sargos. Já no pesqueiro apercebi-me que os peixes andavam longe e que seria difícil realizar muitas capturas.
O mar estava bem oxigenado, de cor azul e com ondulação bastante forte.

Foi a lançar longe e a pescar fundo que consegui ainda fazer uma pesca interessante mas com muitos peixes perdidos pelo caminho e outros a partir o estralho.

Material utilizado:
Cana Tica Turus 6m
Carreto Shimano TP6000fb Fio Fluor Sert 0.26
Abraço
Sérgio Tente

Sargos

Este foi o resultado duma pesca aos Sargos do meu primo Francisco.
A pesca foi feita à bóia a iscar com Caranguejo.

O material utilizado foi a Vega potenza7mts com um Twinpower 6000

Mais Douradas


Nome: Dourada
Nome Científico: Sparus aurata (Linnaeus, 1758)
Família: Sparidae
Grupo: Peixes Ósseos
Classe: Peixes
Tamanho: 51-100 cm.

A dourada deve o seu nome à banda de cor dourada que apresenta na cabeça, que une os olhos. É um peixe que não se afasta do litoral e raramente ultrapassa os 30 m de profundidade.
Aqui entre as rochas e pradarias de erva marinha, encontra o seu alimento preferido - mexilhões. Trata-se de uma espécie hermafrodita em que os machos se podem converter em fêmeas. Deste modo, conseguem equilibrar o número de indivíduos de cada sexo, o que contribui para o sucesso reprodutivo da espécie. Uma dourada pode crescer até 70 cm e pesar 17 kg.
Info. retirada de :http://www.oceanario.pt/cms/373

Aqui fica mais um registo fotográfico de outra pesca a este magnifico peixe.



O material utilizado foi a cana Prosargos Exclusive Pro 6mts e e o carreto Sakura Borax 6007.


O isco utilizado foi o Caranguejo.
Num próximo artigo falarei da forma com tenho iscado este isco.

Abraço
Pedro Batalha

Carapaus e Sargos

Aproveitando as noites quentes de verão decidi fazer uma noitada aos carapaus e esperar pelo amanhecer para tentar uns sargos.
O resultado da noite foi bom tendo capturado 30 carapaus.
Já ao amanhecer e chegado ao pesqueiro encontrámos um mar lindo mas que não proporcionou as capturas que estávamos à espera.
Mesmo assim consegui 14 capturas algumas delas de pequenos exemplares que devolvi assim como alguns bons exemplares perdidos.

Cana: Tica Taurus 6m
Carreto: Shimano TP6000fb
Fio: Prosargus Iridium 0.25

Douradas 5 Sargos 4 Robalos 1

Este foi o resultado duma pesca em que o nº. de Douradas superou a dos Sargos, deu ainda para começar com um Robalo ao Spinning.

Durante a noite fui experimentar uma cana mais light e curta com 6`6 (+- 2mts) equipada com um Sakura Borax 4008 FD, e uma amostra IMA GYODO.

Depois já ao nascer do dia na pesca aos Sargos e Douradas a técnica utilizada foi a pesca à bóia.
Com a Prosargos Exclusive pro 6mts e um Sakura Borax 6007 FD.
O mar estava com aquelas condições ideais para um boa jornada, a ondulação certa e
cadenciada de forma a manter o pesqueiro sempre bem oxigenado.
Para isco foi utilizado o Caranguejo negro da pedra (Mouras) partido aos bocados e inteiro.
Os peixes têm o bucho cheio de marisco com lapas, Percebes, Ouriço, Mexilhão e algas.


Nota:Alguns Sargos estão ainda ovados apesar de nos encontrar-mos em pleno verão.
No final entre Sargos e Douradas saíram 9 peixes e algumas Safias devolvidas.


Material utilizado para esta pesca:


Abraço
Pedro Batalha

Manhã de Sargos

Aqui deixo o resultado de uma manhã de pesca, feita pelo Nuno Costa.
Apesar do mar
estar com um azul lindo e bem oxigenado, o vento ao final da manhã não permitia continuar a pesca, apesar de só nessa altura termos dado com os Peixes.


Qudriplex "Douradas,Sargos,Safias e Robalo"

Depois de algumas noites mal passadas com o biberon em punho, a situação acalmou e já tenho mais algum tempo para me dedicar novamente ás capturas, aproveitando uns dias de mini férias consegui conciliar a tarefa paternal e umas idas ao mar.
Serviram para "matar" saudades, do cheiro da brisa marítima, e capturar uns Sargos, Douradas e Robalos entre outros.

O resultado foi uma mista de 4 espécies, onde se salienta o maior exemplar (Dourada)com 2,200kg
alguns Sargos, 1 Robalo e umas quantas Safias a rondar as 550g.
Geralmente devolvo todas as Safias por serem peixes abaixo das 450/500g, no final da jornada as barrigas ficam muito moles e a espinha descarna facilmente.

A pesca foi feita na vazante com mares a rondar o 1.8mts, com uma ondulação cadenciada nos 7seg. (ideal para manter sempre o pesqueiro oxigenado) e durante a manhã até ao 1/2 dia.
A iscar com Gamba e Caranguejo, e sem engodo (para evitar as Bogas e Salemas).

O material utilizado foi o de sempre:
Cana Prosargos Exclusive pro 6mts, Carreto Sakura Borax 6007, fios fluocarbono Sert Silanium e Maxima.
Abraço
Pedro Batalha

IMA-Singapore

Um blog made in Singapore, com muitas capturas, sempre com as amostras Ima.

Clicar para aqui para aceder

Jacinto de água


Este é sem duvida uma daquelas espécies que todos concordam no seu malefício para o ecossistema e biodiversidade autóctone.
A sua beleza esconde o seu mau "carácter".

Desde pequeno que estou habituado a ver sazonalmente esta vegetação a cobrir e a destruir largos mantos de água.
As fotos que se seguem são de minha autoria, os locais apesar da aparência são distintos mas mostram como pode ficar ao se introduzir
esta espécie.

Depois a aparência será muito idêntica a esta:

As águas ficam estagnadas, sem a incidência do sol acabam sem oxigénio e a grande maioria dos peixes acaba por morrer.
No caso desta foto costumávamos em anos anteriores capturar Pimpões e Achigãs em quantidade, este ano não sequer peixe algum mexer por entre a vegetação.
Deixo vos também alguns textos e vídeos retirados de outros locais na net.

A introdução:
O JACINTO-DE-ÁGUA ( Eichhornia crassipes) foi uma espécie introduzida na Europa por motivos ornamentais, tendo sido vista em Portugal, pela primeira vez, nos anos 30 do século passado. É originária da bacia do Amazonas, sendo hoje um problema sério
em vários cursos de água e lagoas no nosso país, dado o seu carácter altamente invasivo, principalmente no Ribatejo, Estremadura, Beira Litoral e Douro Litoral.
Como é uma planta flutuante, facilmente se desloca com as correntes de água e com o próprio vento, chegando a formar densos e intermináveis tapetes, que tapam completamente a superfície da água, prejudicando, assim, todo o normal ecossistema aquático, uma vez que se dá uma alteração das características físico-químicas das águas, devido à impossibilidade de a luz solar penetrar uma massa tão compacta de folhagem.
A sua reprodução faz-se tanto por semente, como por rizomas ou pequenos fragmentos e o seu crescimento é extremamente rápido. Sobrevive, até, em terra se houver alguma água disponível.
Acaba também por prejudicar o aproveitamento recreativo dos cursos de água, lagos e lagoas onde prolifera.
É considerada uma das piores espécies invasoras em todo o mundo, sendo, por tal motivo, proibido o seu comércio como planta ornamental.

Publicações mais técnicas:
Observações
Está incluída:
- na lista da IUCN das 100 mais perigosas espécies exóticas invasoras
(http://www.issg.org/database/species )
- na lista das espécies que mais ameaçam a biodiversidade na Europa
preparada no âmbito do EEA/SEBI2010 Expert Group on trends in invasive
alien species e EEA/ETC Biological Diversity
(http://belgradeconsultation.
ewindows.eu.org/reports/rep285401/chp248445/sec486335).
- na lista das 20 espécies exóticas invasoras mais perigosas de Espanha
http://www.masmar.com/files/TOP20_final_2.pdf

O seu possível aproveitamento:
Devido a uma tecnologia inovadora no tratamento de efluentes a partir da utilização de jacinto d?água como agente despoluidor, desenvolveram-se estudos para o aproveitamento da biomassa resultante deste processo, propondo-se a sua utilização como base para fonte energética. No intuito de se integrar processos, utilizou-se para a desidratação da planta aquática jacinto d?água um secador solar de exposição directa, composto de cobertura transparente em duplo vitral, chapa absorvedora em ferro galvanizado pintada de preto e com área de 1,5m2 e isolante térmico com camadas de serragem e lã de vidro. Foram avaliados durante o processo de desidratação solar os seguintes parâmetros: tempo de secagem, características físico-químicas da planta e eficiência do processo de secagem. O levantamento das temperaturas do ar na entrada, na saída e no interior do secador solar durante todo processo de desidratação foi monitorizado por sistema computorizado de aquisição de dados.
fonte:http://biblioteca.universia.net/ficha.do?id=6715951


Um video elaborado pela Querqus para a TV:


Abraço
Pedro Batalha

Douradas 0 Sargos 1

Foi assim a minha ultima jornada de pesca na companhia do Francisco e do Nuno.
Como nas jornadas anteriores as Douradas deram um ar de graça, fui com a intenção de apanhar mais alguma.....o que não aconteceu.
O Nuno e o Francisco fizeram a escolha mais acertada, deram com os Sargos logo ao amanhecer, quando me juntei a eles era tarde já a maré tinha levado os peixes grandes.
Ainda deu para esticar linha e devolver uns quantos mais pequenos.
Aqui fica o registo desse dia:
O Nuno Costa com os seus exemplares
O conjunto dos peixes e o grupo.
Abraço

Novos vinis Sakura

Por fim os responsáveis da marca Sakura desenvolveram alguns vinis para pesca ao Robalo.

Magic Eel 165
Tamanhos e peso disponiveis: 16.5cm 17g
4 cores disponiveis


Snoop com e sem rattle
Tamanhos e pesos disponíveis:10 CM / 4 G, 13 CM / 9 G, 18 CM / 23 G, 23 CM / 35 G

Este ultimo modelo com 6 cores

E também cabeçotes para o modelo Magic Eel


Para Portugal estes modelos são comercializados pela Magospesca

Dia de férias aos Sargos



Aproveitando um dia de férias que tinha para gozar fui fazer uma jornada aos sargos.
Como a disponibilidade tem sido pouca os sargos "tem-me passado um pouco ao lado".
Neste dia o mar apresentava-se com águas muito abertas e a ondulação a cair o que fez com que o peixe a certa altura tivesse deparecido completamente do pesqueiro.
Foi uma pesca feita sem engodo a iscar gamba e caranguejo.

Material:
Tica Taurus 6m
Carreto Shimano Twinpower 6000fb
Bóia pião tuga 30g
Fio fluor sert 0.26

Abraço
Sérgio Tente