Com as Douradas "encostadas" tenho dedicado as pescas a esta espécie que tanta adrenalina me faz correr,deixando de parte os Sargos.
Apesar da montagem ser muito idêntica há pormenores muito relevantes para as capturas de Douradas.
Um factor muito importante é conhecer bem o fundo do pesqueiro, as rochas a areia, as saliências e reentrâncias do fundo fazem toda a diferença neste tipo de pesca.
Penso que os peixes são como todos os animais, que escolhem "caminhos" por entre o fundo e por eles se movimentam em busca de alimento ou em simples migração, dar com esses "caminhos" por fazer a diferença.
Reza a história que nos anos 80, aquando da entrada de Portugal na CEE e da entrada de dinheiro fácil para pescadores e agricultores com situações mais complicadas.
Alguns viveiros de Douradas ao largo de Peniche tiveram um fim misterioso e trágico, com os peixes acabaram livres e a manterem-se perto da costa.
Ainda hoje é possível ver alguns exemplares de bom porte (3 e 4kg) a mariscar nas rochas em marés de grande amplitude ( lua nova e lua cheia ).
Desde essa altura que passo algumas horas a ver as Douradas a entrar e sair com as marés, há locais por onde entram e saem em cardumes, enquanto metros ao lado não há movimento algum.
É com base nesta ideia que escolho certos locais para este tipo de pesca, este ano tem sido bastante proveitoso, já levo uma quantidade considerável destes peixes.
As fotos que se seguem são de mais 2 bons exemplares com +- 2.200kg, pescados mais uma vez à bóia com Caranguejo.
Para completar a jornada ainda saiu um Robalote, e uns Sargos.
Abraço
Pedro Batalha
Apesar da montagem ser muito idêntica há pormenores muito relevantes para as capturas de Douradas.
Um factor muito importante é conhecer bem o fundo do pesqueiro, as rochas a areia, as saliências e reentrâncias do fundo fazem toda a diferença neste tipo de pesca.
Penso que os peixes são como todos os animais, que escolhem "caminhos" por entre o fundo e por eles se movimentam em busca de alimento ou em simples migração, dar com esses "caminhos" por fazer a diferença.
Reza a história que nos anos 80, aquando da entrada de Portugal na CEE e da entrada de dinheiro fácil para pescadores e agricultores com situações mais complicadas.
Alguns viveiros de Douradas ao largo de Peniche tiveram um fim misterioso e trágico, com os peixes acabaram livres e a manterem-se perto da costa.
Ainda hoje é possível ver alguns exemplares de bom porte (3 e 4kg) a mariscar nas rochas em marés de grande amplitude ( lua nova e lua cheia ).
Desde essa altura que passo algumas horas a ver as Douradas a entrar e sair com as marés, há locais por onde entram e saem em cardumes, enquanto metros ao lado não há movimento algum.
É com base nesta ideia que escolho certos locais para este tipo de pesca, este ano tem sido bastante proveitoso, já levo uma quantidade considerável destes peixes.
As fotos que se seguem são de mais 2 bons exemplares com +- 2.200kg, pescados mais uma vez à bóia com Caranguejo.
Para completar a jornada ainda saiu um Robalote, e uns Sargos.
Abraço
Pedro Batalha


































































