Vou aproveitar este espaço para guardar também algumas das capturas de anos anteriores das quais fiz registo fotográfico.
Algumas das imagens que se seguem foram tiradas entre 2004 e 2007, maioritariamente de Sargos.
Pesca aos Sargos
Pesca aos Sargos, Robalos e Douradas
Pesca com Sardinha
Pesca à boia ás Douradas
Pesca de margem aos predadores de águas interiores
Esta noticia remonta ao passado dia 15 de Setembro.
"Uma fábrica de tomate derramou, este domingo, uma tonelada de fuelóleo num afluente do Tejo e o desastre ambiental no maior rio português esteve próximo. Conseguiu-se conter o derrame, mas não se evitou danos ecológicos no ribeiro local.
Um tanque contendo fuelóleo, da fábrica de tomate Idal, em Fonte das Sombras, Benavente, derramou ontem, pelas 11.40 horas, devido ao rebentamento de um tubo, cerca de uma tonelada deste combustível, usado para aquecer as caldeiras de derivados de tomate.
Ao contrário das expectativas, o derrame não seguiu o percurso canalizado que levaria o fuelóleo até às duas estações de tratamento de águas residuais da fábrica, instaladas precisamente para prevenir este tipo de incidentes.
O líquido acabou por seguir a antiga conduta que descarregava directamente para a Vala Nova, um ribeiro afluente do Tejo que dista mais ou menos quilómetro e meio do estuário do maior rio português. As causas deste desvio estão a ser investigadas.
A mancha negra do fuelóleo espalhou-se ao longo de um quilómetro da Vala Nova e, devido à proximidade do mar, o maior receio era o de que a preia-mar, pelas 16 horas, acabasse por favorecer o caminho do derrame até ao Tejo."
A fonte de onde foi retirada a noticia na integra é o J.N.
Hoje passados dias deste acontecimento, passei pelo local e ainda resistem algumas manchas de fuelóleo.
Notam-se ainda algumas manchas deste produto e no local ainda se encontram Bombeiros e técnicos assim como as barreiras para conter este foco de poluição.
Foi-me dito por um dos responsáveis que tudo está controlado e a limpeza a decorrer dentro da normalidade, em situações do género.
Aqui deixo o registo fotográfico feito em 06/10/2008

"Depois de ter iniciado no ano de 2007 a prática ocasional da pesca ao Spinning onde realizei 9 grades em 9 jornadas sem um único toque para moralizar voltei este ano a tentar a minha sorte. Incentivado pelo Pedro Batalha que se rendeu este ano a esta prática logo com excelentes resultados na 1ª jornada decidi fazer mais umas tentativas assim como tentar perceber melhor quais os factores propícios que levam a que se obtenha sucesso com esta tão badalada técnica.
Iniciei o ano pescando com uma cana de muito pouca qualidade de 3.00 metros em graphite de 2 secções e uma acção de 30-60g e um carreto bastante pesado para esta técnica.
Foi com este material que logo na primeira jornada do ano acabei por realizar uma captura na casa das 600g.
Foram-se seguindo as jornadas e comecei a sentir peixe mas na grande maioria das vezes a meio da jornada já estava muito cansado pois o conjunto que utilizava totalizava um peso excessivo.
Quando tive a oportunidade de pescar com o conjunto do Pedro: Cana Sakura Shukan 2.90 e Carreto Sakura Bórax 4000 fiquei maravilhado com a leveza do conjunto assim como com o prazer que o mesmo proporcionava. Decidi desde logo que teria de mudar de material apesar de ainda ter realizado cerca de 10 capturas com o material que tinha adquirido durante o ano transacto.
Entretanto comecei a aperceber-me que perdia muito peixe e muitas ferragens devido à falta de sensibilidade da cana.
Acabei por me informar acerca da Tica Slendor Spin que o amigo Kiko tinha adquirido e que tinha uma excelente relação qualidade/preço.
Quando de facto achei que estava na hora de arranjar uma boa cana acabei por ter uma excelente prenda de anos: Uma Tica Slendor Spin oferecida pela minha esposa e indicada pelo Pedro. Apressei-me a fazer a sua estreia numa jornada com o amigo Kiko que se estreou nessa noite com algumas boas capturas.
Nessa noite realizei 3 capturas e desde logo me apercebi que tinha adquirido uma excelente cana O carr
O carreto que utilizo é um Barros Xenos 4000 que aproveitei e que acabou por fazer um conjunto muito interessante com a cana.
Os factores que saliento são o facto de actualmente conseguir estar mais de o dobro do tento a pescar porque a leveza do material assim o permite.
Em relação às capturas realizadas com esta considero importante frisar que comecei desde logo a perder menos peixe assim como a falhar muito menos ferragens.
O trabalhar com peixe ferrado é exemplar e proporciona momentos de grande prazer assim como ao mesmo tempo fiabilidade e confiança ao próprio pescador.
Em termos de lançamento e dando como exemplo uma River2sea sea minnow 120 ayu atinge-.se distâncias consideráveis conseguindo o pescador colocar a amostra para trás da rebentação com alguma facilidade conseguindo assim capturar o peixe que se encontra um pouco mais afastado da costa"
Cumprimentos,
Sérgio Tente



A caravela-portuguesa não tem movimento próprio - flutua à superfície das águas, empurrada pelo vento, com os seus tentáculos por baixo, sempre prontos a envolver um peixe para a sua alimentação. Os seus tentáculos podem chegar aos 30 metros.
A caravela portuguesa é comummente identificada como uma água-viva, mas na verdade, é uma colónia de quatro tipos de pólipos. A caravela-portuguesa tem quatro tipos de pólipos:
Os cnidócitos, que são as células urticantes, portadoras dos nematocistos, encontram-se nos tentáculos e são accionados pela "rede nervosa". A caravela-portuguesa tem dois tipos de nematocistos: pequenos e grandes; estes "órgãos" conservam as suas propriedades por muito tempo, mesmo que o indivíduo tenha ficado várias horas a seco na praia. A sua acção é baseada nas suas pressões osmótica e hidrostática individuais. Existem numerosas células sensoriais localizadas na epiderme dos tentáculos e na região próxima à boca.
A caravela-portuguesa é importante para a alimentação das tartarugas marinhas, que são imunes ao veneno.
Um animal semelhante é a velella. O flutuador da caravela é simétrico bilateralmente com os tentáculos no final, enquanto a velella é simétrica radialmente com a vela em um ângulo. Além disso, a caravela tem um sifão, contudo a velella não.
Uma curiosidade é o nome da caravela-portuguesa noutras línguas: em inglês, chama-se "Portuguese man o'war", literalmente "homem de guerra português", sendo que man-of-war é uma expressão para um navio armado.
Abraço